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102 aPT
2001 aEducação cooperativista e a acção da mulher
fLuísa Maria Simões-Raposo Ribeiro
330 aApresenta-se o cooperativismo como um ideal integral de vida que abala as próprias bases do Direito, que deixa de ter um carácter puramente repressivo ou estático e que tende a ser um factor de progresso colectivo.
330 aA educação cooperativista baseia-se no reconhecimento da personalidade sem menosprezo da colectividade, e do valor desta sem desprezar aquela. Visa fomentar a capacidade de um desenvolvimento contínuo, de uma racionalização intérmina da experiência, preparando homens para uma vida mais humana, progressiva e fecunda, dentro de uma forma ou estrutura social mais justa. Assim, compreende, simultâneamente, a educação individual e social.
330 aEncarada assim a educação, apresentam-se algumas linhas didácticas e orientadoras.
330 aFoca-se ainda a primordial função da mulher como mãe, esposa e ser social; função essencialmente educadora.
330 aComo mãe, deve procurar adquirir as bases necessárias para saber orientar os filhos, compreendê-los e iniciá-los nos princípios que defende, principalmente através do seu exemplo, e procurar contribuir para a formação de escolas cooperativas em que os seus filhos possam ser educados e instruídos.
330 aComo esposa, deve estimular o marido a alargar o âmbito do ideal e da acção cooperativista, ser colaboradora e companheira activa e exercer o papel de moderadora, sempre que o entusiasmo excessivo e a irreflecção arraste o marido, e de incitamento, sempre que surja o desânimo ou a apatia e o comodismo.
330 aComo ser social deve dar o melhor do seu esforço, capacidade e conhecimentos ao desenvolvimento da comunidade e da Nação; dar todo o melhor da sua actividade ao movimento cooperativista, quer assumindo cargos directivos ou secundários, conforme as capacidades e cultura de cada uma quer organizando-se em comissões femininas. Estas comissões devem ter uma função primordial, activa e constante, dentro do cooperativismo.
330 aTodos estes aspectos são focados teóricamente e visando um público extenso, para divulgação.
461 aReordenamento. - Luanda
eil., fotografias
vnº 7 (Jan/Mar 1968), pp. 7-12
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606 aEnsino
606 aFeminino
610 aCooperativismo
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bLuísa Maria Simões-Raposo
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